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A dança como instrumento divino

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Felicidade no seu estado mais puro…pode vir doseado e servido de diversas formas. Pessoalmente, nada me poderá realizar mais profundamente do que a dança!
Dança, na essência do seu significado, é a arte de movimentar, expressivamente, o corpo seguindo movimentos ritmados, normalmente ao som de música.
Porém, esta tão distinta forma de arte vai muito além da, dita, palavra falada. Ela existe quando a palavra física já não é suficiente para expressar o que o corpo insiste em dizer…e o corpo insiste e persiste!
Quando a música arranca e tu não consegues controlar as funções motoras do teu corpo porque é mais forte do que tu, é mais forte do que tudo o que te rodeia. Nesse momento percebes que a dança faz parte intrínseca da tua vida. É um sentimento, é uma batida de coração, é um mais que tudo!
Dançar é definido como uma manifestação instintiva do ser humano. Antes de polir a pedra e construir abrigos, os homens já se movimentavam ritmicamente para se aquecer e comunicar.
Considerada a mais antiga das artes, a dança é, também, a única que dispensa materiais e ferramentas. Esta só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir sua função.
Dança, em sentido geral, é a arte de mover o corpo seguindo uma certa relação entre tempo e espaço, estabelecida graças a um ritmo e a uma composição coreográfica.
Portanto, ter a possibilidade de expressar este tipo de arte através da inspiração divina é um privilégio.
Porém, o Ministério das Artes não está somente relacionado com a dança. Existem, também, outras expressões artísticas, tais como: a música, a dança, o teatro, as artes plásticas, a decoração, etc…
A igreja tem procurado nas artes, uma nova maneira de evangelizar, chegando ao mais profundo sentimento do ser humano.
Cada vez que uma bailarina se coloca perante a igreja para ministrar através da dança, é como se no seu coração existisse uma expectativa de saber como Deus irá receber esse louvor. Cada vez que entramos na presença do Senhor, tudo parece novo e a sua presença sempre nos traz coisas novas. Na dança acontece rigorosamente a mesma coisa.
É importante recordar que há um grande mover de Deus nas artes no decorrer dos últimos anos, através da restauração da espontaneidade e da expressividade no meio da Igreja. A expressão do nosso coração dá-nos a oportunidade de chegar a Deus com todo o nosso ser, com tudo o que temos e com tudo o que somos. Afinal das contas, Ele deu-nos essa liberdade através da sua graça.
Uma condição essencial e obrigatória para o ato da adoração é a santidade. Não há nada que agrade tanto o coração de Deus do que uma adoração sincera, verdadeira e pura. A dança, também, pode expressar este tipo de adoração.
Muitas vezes não entendemos que Deus criou todas as coisas e essas mesmas coisas são para o reino d’ Ele. Às vezes costumamos limitar a presença de Deus supondo que Ele se manifesta da maneira como pensamos ou queremos. Desta maneira, impomos situações e criamos preconceitos, sem nos apercebemos que Deus pode receber o nosso louvor independentemente da arte que está a ser utilizada (música, dança, mímica, teatro etc).
A dança é uma possibilidade de linguagem, ou seja, uma alternativa à fala. Na Bíblia podemos encontrar inúmeras citações sobre a dança usada para o louvor e nos momentos de celebrações. O povo de Deus, no Antigo Testamento, dançava durante as festas com expressão de júbilo e agradecimento diante do Senhor. Por outro lado, podemos também observar, no livro de Samuel, que David adorava a Deus com todas as suas “forças” e é, precisamente, de igual modo que temos que adorar a Deus, com todas as nossas forças e entendimento.
Portanto, chegou o momento de perceber o motivo pelo qual nasceste e para quê foste chamado!
Às vezes não é preciso mais nada. É só o que basta! Pára e pensa!

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