Início Mundo Filme cristão leva cerca de 100 profissionais a demitirem-se de clínicas de...

Filme cristão leva cerca de 100 profissionais a demitirem-se de clínicas de aborto

"Unplanned" é o nome do filme que chegou a ter as sua divulgação censurada pelo Twitter, mas ainda assim superou todas as metas de bilheteira no seu lançamento.

1370
0

O diretor Chuck Konzelman, do filme pró-vida “Unplanned”, da Pure Flix, divulgou no Congresso Nacional dos EUA, esta semana, que cerca de 100 profissionais de clínicas de aborto demitiram-se após terem visto o filme.

Durante o seu depoimento ao Subcomitê da Constituição do Comitê Judiciário do Senado, Konzelman disse que 94 profissionais de clínicas abordaram a organização sem fins lucrativos Abby Johnson, da ex-diretora da Planned Parenthood, e ‘Then There Were None’, de acordo com a agência de comunicação ‘Pure Flix Insider’.

“1% dos profissionais de clínicas de aborto dos Estados Unidos, depois de se verem retratados no filme”, ​ disse ele, “decidiram mudar de vida… e o que fazem na vida”.

O cineasta da Pure Flix esteve no Capitólio para falar sobre a censura da parte do Twitter a posts sobre filme “Unplanned”. Nos dias do lançamento do longa-metragem, no fim do mês de Março, a administração da rede social suspendeu temporariamente a conta promocional do filme.

O filme “Unplanned” narra a carreira de oito anos da médica Abby Johnson na Planned Parenthood e a sua conversão ao Evangelho e também ao movimento pró-vida, depois de ter visto por ecografia um médico fazer um aborto.

Ashley Bratcher, a atriz que interpreta Johnson, twittou na quinta-feira que recebe mensagens “todos os dias” de pessoas cujas vidas e mentalidades foram transformadas depois de verem “Unplanned”.

O filme superou as expectativas de bilheteira já no fim de semana de estreia, arrecadando US $6,1 milhões, mais do dobro dos lucros previstos.

Numa entrevista no início deste ano ao site cristão ‘Faithwire’, Konzelman disse que o filme foi feito “para tempos como estes”, tendo em vista a quantidade de projetos pró-aborto que passaram pelas casas legislativas nos EUA nos últimos meses.

“Não podíamos prever os rápidos desenvolvimentos que, de repente, estão a chegar ao auge”, disse ele, “mas servimos a um Deus que pode e fez isso”.